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Criado em sexta-feira, 17 dezembro 2021

Workshop de Vermicompostagem - Venha construir o seu Vermicompostor

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Criado em terça-feira, 23 novembro 2021

Esta atividade surge no âmbito da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos, cujo tema, este ano, é "Comunidades Circulares", e integra o projeto Entre janelas e para além delas, desenvolvido pela Mon Na Mon e que tem como finalidade desenvolver e expandir territorialmente os laços sociais de pertença, identidade e solidariedade que a Associação vem estabelecendo desde a sua formação, com crianças, famílias e estudantes universitários da CPLP.

O projeto, realizado em parceia com a ASPEA, a Florinhas do Vouga, a Graal, a U.DREAM, a ARS, a Escola João Afonso, de Aveiro, e a Universidade de Aveiro, desenvolve-se em torno da "abertura" de 4 janelas, estando a quarta intrinsecamente ligada à promoção da Cidadania Global e Ação Ambiental.

O workshop irá decorrer na sede da Mon Na Mon, em Aveiro, no dia 27 de novembro, pelas 15h00. A inscrição é gratuita e aberta a todas as idades e pode ser efetuada através do endereço de e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou via telefone, para os números 234424624 ou 911128909.

Workshop de VermicompostagemWorkshop de Vermicompostagem

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Criado em quarta-feira, 10 novembro 2021

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Cursos e Oficinas

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Criado em quarta-feira, 10 novembro 2021

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Plataforma SIG

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Criado em quarta-feira, 10 novembro 2021

O processo participativo, em matéria ambiental, incorpora, inevitavelmente, uma forte componente territorial, o que acresce necessidades específicas relacionadas com os níveis de literacia espacial e diferentes mecanismos de representação do espaço por parte dos cidadãos. Neste contexto, a diversificação de fontes de informação (fotografias, vídeos, mapas, desenhos, etc.) é fundamental, o que confere grande importância aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) nos processos participativos. Sempre que o "onde" aparece entre as questões e os problemas que podem ser resolvidos por um sistema informatizado, haverá uma oportunidade para considerar a adoção de um SIG.

Será, assim, desenvolvido um WebSIG que constituirá um espaço onde todos os intervenientes poderão partilhar, analisar e comparar os resultados recolhidos durante as atividades de monitorização, no que se pretende que possa vir a ser, caso o presente projeto venha a ser replicado, um grande reservatório online de informação relativa à qualidade do ar e do ruído. O WebSIG a desenvolver irá contar com várias componentes interativas: a) dashboards, aplicação que permitirá apresentar os resultados quantitativos do projeto de uma forma imediata e em tempo real recorrendo não só a mapas, mas também a elementos visuais de análise como gráficos, listas ou medidores; b) um geovisualizador, aplicação de mapeamento que permitirá cruzar a informação quantitativa e qualitativa do projeto através de diversas camadas; c) storymaps, aplicação indicada para comunicar dados quantitativos e qualitativos através da concepção de narrativas que podem gerar mudança, influenciar opiniões e criar consciência, das quais os mapas personalizados são parte integrante, ilustrando relações espaciais, dando um sentido de localização mais forte e adicionando apelo visual e credibilidade à mensagem a comunicar.

O mapeamento será feito pelos professores e membros da ASPEA capacitados, em conjunto com os alunos. No final da fase de mapeamento, será feita uma análise dos dados recolhidos, identificando as regiões que enfrentam mais e maiores problemas ao nível da qualidade do ar e ruído. Os resultados obtidos serão posteriormente comparados com os índices da plataforma QUALAR , da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), seguindo os mesmos critérios e parâmetros físico-químicos de medição, como forma de aferição da sua qualidade. Uma vez uniformizados, a base de dados do projeto poderá complementar a plataforma QUALAR, uma vez que cobre micro-regiões fora do alcance da rede de medição da APA. Por fim, este mapeamento será também integrado numa plataforma mais extensa que pretende configurar um futuro Observatório de EA, que incluirá iniciativas em diversas áreas temáticas e abordagens sociopedagógicas.

Os produtos disponíveis para visualização contemplam dois tipos de medições:

  1. 1. Medições contínuas de partículas PM2.5 e PM10, feitas por dispositivos de monitorização fixos nas escolas e núcleos regionais da ASPEA.
  2. 2. Medições de partículas e ruído efetuadas em diferentes pontos de um percurso pré definido.

 

Estas medições podem ser visualizadas através de um dos seguintes dashboards:

  • Dispositivos de monitorização fixos;
  • Dispositivos de monitorização móveis, em cada percurso.

  

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A Rede

Criado em quarta-feira, 10 novembro 2021

Descrição sumária

A Rede MAPEAR - Rede Educativa de mapeamento colaborativo da qualidade do ar ambiente", surge de forma a consolidar e proporcionar uma maior abrangência ao projeto piloto "MAPEAR - Mapeamento ambiental colaborativo da qualidade de ar e ruido". O projeto tem como objetivo a promoção da literacia socioambiental, na comunidade educativa, sobre os impactos da qualidade do ar e os seus efeitos sobretudo na saúde humana e deste modo incentivar à participação ativa no quotidiano das comunidades e cidades em que se inserem.

A Rede MAPeAR visa dar resposta às necessidades manifestadas pelos participantes do projeto piloto. Desta forma o projeto pretende:

  • proporcionar um curso/oficina de formação de pelo menos 25 horas para aprofundar os conteúdos teóricos e práticos na área da qualidade do ar, saúde pública e humana, participação em pública em políticas públicas;
  • produzir um manual pedagógico de apoio ao docente e alunos com fichas didáticas para a exploração da metodologia de conteúdos da qualidade do ar e não exclusivamente do protocolo de medição e utilização dos equipamentos;
  • guia metodológico para as campanhas de medição da qualidade do ar, bem como o apoio na interpretação dos resultados e possíveis outliers durante a recolha e o tratamento de dados;
  • promover o impacte da disseminação de resultados e propostas dos alunos/escolas na comunicação social local e em eventos de âmbito nacional e internacional, além da imprescindível adaptação do design dos materiais produzidos no projeto piloto para a atual rede alargada MAPeAR;
  • desenvolver um portal Web mais interativo, apelativo, autónomo e com conteúdos efetuados pelas escolas, funcionando como um repositório biblioteca e clipping do projeto;
  • criar um maior número de eventos multiplicadores presenciais, como fóruns ou teambuildings para docentes, alunos e coordenadores da rede MAPeAR, com a presença de decisores políticos e gestores públicos da administração pública local e central, contribuindo para uma maior valorização do projeto e seu impacte;
  • redução do número de parâmetros a monitorizar e respetivos equipamentos de medição para melhor gerirem e aprofundarem a temática, reportando alguns constrangimentos com a medição de gases e ruído devido à sensibilidade (gama de concentrações) dos equipamentos de medição e ao difícil manuseamento e manutenção.

 

Foram assim definidos 4 grupos de ação para, a capacitação dos professores coordenadores e monitores da rede, uma campanha de monitorização fixa e móvel de PM10 e PM2,5, a democracia participativa e políticas públicas locais em qualidade do ar ambiente, a comunicação e disseminação da rede mapear. Todas as atividades incluídas nestes grupos baseiam-se nos eixos descarbonizar a sociedade e valorizar o território da ENEA 2020, de acordo com os Objetivos Estratégicos de Educação Ambiental +aberta, +participativa e transversal em particular nas medidas #4 "Envolvimento dos cidadãos no seu km2 de ação, #5 "Valorização  do voluntariado ambiental, #10 "Promoção de campanhas de comunicação dirigidas aos cidadãos", #11 "Dinamização  de programas e atividades de EA" e #12 "Elaboração de programas municipais de educação ambiental".

As medições neste projeto irão focar-se na medição contínua (fixa) e pendular (móvel) de partículas PM10 e PM2,5 no ar ambiente das escolas associadas e núcleos regionais da ASPEA e respetivos percursos pendulares, atendendo que este é considerado um dos poluentes mais críticos em Portugal, excedendo em várias áreas urbanas os valores-limite de concentração permitida pela legislação em vigor; as partículas (PM) são responsáveis por diversos danos na saúde humana, património cultural e biodiversidade; a emissão de PM abrange todo o tipo de fontes emissoras; as PM10 são adequadamente medidas em todas as estações de monitorização (fundo, tráfego e industriais) da qualidade do ar ambiente em Portugal, sendo também monitorizadas as concentrações de PM2,5 em muitas destas estações, o que possibilita a comparação com os resultados medidos na rede MAPeAR; os equipamentos de medição estão devidamente calibrados e possuem sensibilidade de medição adequada para zonas urbanas, suburbanas e rurais; os medidores de partículas utilizados no MAPeAR são de fácil manuseamento e manutenção pelos alunos e monitores.

O conjunto de atividades proposto, pretende contribuir para uma aprendizagem ativa, inclusiva, colaborativa, interdisciplinar e humanista, de base ambiental e social, dentro do ensino formal, com práticas que reforcem as atuais competências, os princípios e os valores descritos no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, homologado pelo despacho n.º 6478/2017 de 26 de julho, em particular no que respeita às competências soft e hard da sustentabilidade, reflexão crítica, inovação, cidadania e participação.

 

Objetivos principais

O projecto proposto ambiciona introduzir metodologias de investigação-acção nas comunidades educativas, em temáticas ambientais menos desenvolvidas nas escolas, nomeadamente a qualidade do ar ambiente (partículas PM10 e PM2,5) e os seus efeitos sobretudo na saúde humana e, deste modo, incentivar à participação activa no quotidiano das comunidades e cidades em que as escolas se inserem – trata-se de enraizar a "aprendizagem fora de portas" através do recurso às novas tecnologias ao dispor da ciência cidadã. Por conseguinte, enumeram-se os principais objectivos SMART a atingir:

  • Promover a literacia socioambiental relativamente à qualidade do ar ambiente, em particular das partículas PM10 e PM2,5, nas cidades e comunidades em que as escolas se inserem, incutindo a sensibilização ambiental em meio escolar, a partir de estratégias de: monitorização, tratamento e mapeamento de dados na metodologia de ciência cidadã; análise de resultados e diagnóstico; proposta e disseminação de boas práticas para a influência na formulação de políticas públicas locais e participação pública em consultas, orçamentos participativos, entre outros; 
  • Capacitar os professores de escolas do 3º ciclo do ensino básico e secundário como monitores e agentes multiplicadores da Rede MAPeAR nas temáticas da qualidade do ar ambiente, democracia participativa, políticas públicas e saúde pública; 
  • Dotar os professores de um manual didáctico-pedagógico, bem como de ferramentas digitais colaborativas e de medição, que possam utilizar nas suas actividades lectivas com vista à promoção de uma consciência crítica e activa dos alunos no que respeita às questões ambientais aferidas neste aviso, numa aprendizagem dentro e fora de portas; 
  • Estimular os princípios, competências e valores recomendados pelo despacho n.º 6478/2017 de 26 de julho, referente ao que se espera que seja o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, bem como da Recomendação n.º 1/2020 do Conselho Nacional de Educação, por forma a criar propostas em políticas públicas locais para a materialização das cidades inteligentes, resilientes e sustentáveis;
  • Contribuir para uma consciencialização crítica individual e colectiva a nível escolar e das comunidades no entorno das escolas associadas, bem como para o delinear de influência e propostas em políticas públicas locais enquanto cidadãos activos e a participação em consultas, orçamentos participativos e outros instrumentos de participação pública;
  • Contribuir para a comunicação e disseminação do projeto e da rede em diversos órgãos de comunicação social e científica, fóruns participativos e grandes eventos de índole nacional e internacional.

 

Equipa técnica

David Ramos Silva (Coordenador): Doutor em Ciências e Engenharia do Ambiente pela Universidade de Aveiro. Licenciado e Mestre em Engenharia do Ambiente pela Universidade de Aveiro. Vice-Presidente da ASPEA. Investigador Científico, Consultor e Gestor de Projectos na área das ciências e engenharia do ambiente, educação ambiental e bioenergia. Formador acreditado em Educação Ambiental para a Sustentabilidade pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua de Professores e Educadores (CCPFC).

Margarida Maria Correia Marques (Co-coordenadora e investigadora): Doutora em Ciências Florestais na especialidade Bioclimatologia pela Universidade de Göttingen, Alemanha. Licenciada em Engenharia do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa. Membro associado da ASPEA. Professora da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, realizou uma sabática como investigadora no Instituto Max-Planck, no Departamento de Química das Partículas, em Mainz, Alemanha. Foi técnica superior da Comissão de Coordenação da Região de Lisboa e Vale do Tejo, na Divisão de Fiscalização, Controlo, Qualidade e Normas do Ar e do Ruído. Foi coordenadora técnico-pedagógica e docente de cursos de formação avançada em qualidade do ar ambiente e interior. É formadora acreditada em EA para a Sustentabilidade pelo CCPFC. 

Joaquim Ramos Pinto (Docente): Licenciado em Educação do Ensino Básico pela Universidade de Aveiro; Diploma de Estudos Avançados obtido pela Universidade de Santiago de Compostela, onde iniciou doutoramento no âmbito do Programa Interuniversitário de Doutoramento em Educação Ambiental. Professor em mobilidade ao abrigo do protocolo entre o Ministério da Educação e Ministério do Ambiente, na coordenação de projectos de Educação Ambiental de âmbito nacional, Europeu e CPLP. Integrou a comissão organizadora e científica de várias jornadas, conferências e congressos de Educação Ambiental de âmbito nacional e internacional, e onde apresentou várias comunicações. Tem publicados vários artigos em revistas e jornais no âmbito de projectos e investigações que desenvolveu. Atualmente é presidente da ASPEA.

Vítor Almeida (Técnico especializado): Mestre em Ciências e Tecnologia do Ambiente pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (UP). Licenciado em Engenharia de Minas e Geoambiente pela Faculdade de Engenharia da UP. Desenvolveu a sua carreira profissional em diversas áreas do Ambiente, com maior incidência em projetos envolvendo SIG. Colabora com a ASPEA em vários projetos, na estruturação e análise de informação georreferenciada. Integra os órgãos sociais da ASPEA.

Maria João Vieira (Técnica superior): Bióloga. Gestora de Projectos em educação ambiental na ASPEA.

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Dispositivos de Monitorização

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Criado em quarta-feira, 10 novembro 2021

O projeto MAPEAR usou dois tipos de dispositivos de monitorização: fixos e móveis.

Os dispositivos fixos são instalados num local em contacto com o ar externo, dentro das imediações de uma escola ou num dos núcleos da ASPEA. A figura seguinte mostra um desses tubos instalados.

 

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luftdaten.info

 

Durante as campanhas de monitorização, que tiveram lugar durante os meses de Outubro e Novembro, foram realizadas medições com os seguintes dispositivos:

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1. Dispositivo de monitorização de Gases

O dispositivo de monitorização de gases é um dispositivo open source desenvolvido pela ASPEA constituído pelos componentes descritos na Figura seguinte. Este dispositivo pode fazer medições de gases através de 4 canais com sensores MOS independentes. Pode portanto detectar 4 tipos diferentes de gases: Dióxido de Azoto (NO2), Componentes Aromáticos Voláteis (VOCs), Álcoois e Monóxido de Carbono (CO).

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2. Dispositivo de monitorização de Partículas

O dispositivo de medição de partículas escolhido é um aparelho open source desenvolvido inicialmente pelo projeto luftdaten.info, da Universidade de Estugarda e agora mantido pela sensor.community. É constituído pelos componentes descritos na Figura abaixo, medindo partículas micrométricas PM2.5 e PM10.

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3. Decibelímetro

O decibelímetro mede a intensidade das ondas sonoras na escala logarítmica de decibéis. Este é um instrumento comercial, cujas características estão enumeradas na Figura abaixo.

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EducOceano

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Criado em segunda-feira, 12 julho 2021

EducOceano

O programa EducOceano contempla um conjunto de atividades pedagógico relacionadas com a literacia do Oceanos. Este programa é dirigido a alunos de todos os níveis de escolaridade, desde o 1º ciclo do ensino básico ao ensino secundário e é composto por atividades dinâmicas de exploração de conteúdos, debates, ciência experimental, pesquisa, jogos pedagógicos, entre outros. As sessões desenrolam-se na sala de aula, no exterior ou por via digital conforme as oficinas e as circunstâncias em que nos encontramos relativamente à pandemia.

As oficinas do programa EducOceano, ministradas por biólogas/os com vasta experiência em Educação Ambiental e formação específica na área, debruçam-se sobre três temas principais, cada um deles dedicado a uma das principais ameaças que o Oceano enfrenta e tendo em conta os currículos escolares dos alunos:

 

Durante as sessões há uma grande interação entre os participantes e recorre-se a atividades práticas e dinâmicas, bastante estimulantes para os alunos. Estas oficinas decorrem ao longo de todo o ano letivo mediante inscrição prévia da turma e têm a duração entre 45min e 120min, dependendo da temática e do nível etário dos alunos.

Para se inscrever ou obter informações mais detalhadas sobre a oferta do no nosso programa EducOceano, por favor entre em contacto para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..